A fantasia de Tancos: Ler a primeira entrevista concedida pelo ministro da Defesa após o anunciado assalto aos paióis nacionais de Tancos, já lá vão dois meses e meio, é um exercício inquietante. Primeiro, porque ficamos a saber que não há qualquer inventário que permita saber a todo o momento o material de guerra existente nas várias instalações militares. Depois, porque Azeredo Lopes chega a questionar, perante a falta de evidências materiais do furto, que ele possa efetivamente ter existido. Admite-se que algures antes de 28 de junho houve centenas de granadas, explosivos e munições a desaparecer. E é tudo.
Obs: Assim falavam os fantasmas do Restelo.
segunda-feira, 11 de setembro de 2017
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